sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lançamento Virtual do Livro “Assessor de Imprensa"

O lançamento do livro Assessor de Imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia” de Rodrigo Capella ocorrerá no dia 02 de junho, próxima terça-feira, das 18h às 20h00

Para participar basta seguir as seguintes instruções:

1) O endereço do lançamento virtual é
http://www.ustream.tv/clubedeautores

2) O lançamento terá chat e vídeo.

3) Para participar do vídeo, basta clicar no botão azul, localizado ao lado esquerdo, chamado “Live Now Go to Show Page”. Ai, o vídeo vai carregar e vocês poderão ver o Rodrigo.

4) Já para participar do chat, é preciso fazer tudo o que foi dito no item 03 e depois clicar no botão “chat”, localizado ao lado do vídeo, descer a tela, utilizando o cursor e digitar algo no campo que se encontra lá embaixo.

Caso haja alguma dúvida, contatar o Rodrigo Capella: contato@rodrigocapella.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Fórum defende implantação do Instituto de Comunicação Pública

A implantação do Instituto de Comunicação Pública fez parte da pauta do primeiro dia de debates do II Fórum Nacional de TVs Públicas, que acontece até esta quinta-feira (28/05), em Brasília. Representantes da Câmara dos Deputados e do Ministério da Cultura defenderam a ideia, que também recebeu apoio de entidades do setor.
Durante a mesa “Pesquisa de TV Pública”, a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) ressaltou que a criação do instituto pode criar um canal de comunicação para entender o que o cidadão brasileiro deseja como conteúdo.
"Temos que criar mecanismos públicos, democráticos, para descobrir o que o cidadão brasileiro, em qualquer lugar do país, deseja como conteúdo. O instituto pode ser um instrumento com o qual podemos dialogar", afirmou Luiza.
O presidente do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, Jorge da Cunha Lima, tem opinião parecida com a da deputada. Para ele, a criação de um instituto representa um avanço para a construção de novos parâmetros de medição de performance e qualidade das TVs públicas.
Em seu entendimento, funcionando como um espaço de discussão, o instituto pode ajudar na melhoria da programação e dos serviços prestados à sociedade. Cunha Lima ressaltou ainda a necessidade da criação de uma nova legislação para o setor, já que a atual é “um decreto da época da ditadura militar”.
“A lógica da TV Pública relaciona-se com saber como as pessoas compreendem os conteúdos veiculados. O produto da emissora comercial é a audiência. Assim ela é vendida. Para nós, a importância está na programação", disse Cunha Lima.
O Ministério da Cultura, por meio do seu representante Adilson José Ruiz, também declarou apoio ao instituto. Porém lembrou que a entidade não deverá se preocupar apenas com a audiência, mas também na qualificação dela e na produção do conhecimento.
Contrariando os outros participantes da mesa, o presidente da Associação de Comunicação Educativa Roquete Pinto, Arnaldo Jacob, defendeu que as TVs públicas devem se preocupar com a audiência, não apenas com a qualidade da programação.
“Não a obsessão neurótica das emissoras comerciais (...). Mas manter a ótica de que está falando para um telespectador que é, ao mesmo tempo, cidadão e consumidor", afirmou Jacob.

Com informações do site do II Fórum Nacional de TVs Públicas.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Doação

Nossa amiga Monalisa Nascimento está realizando uma campanha de arrecadação de alimentos para um abrigo de animais em Recife.

Ajude 32 cães e 28 gatos a não morrerem de fome.

Arroz, fubá, ração ou qualquer outra forma de ajuda será muito bem vinda.
As doações também podem ser entregues à Mabel (protocolo) ou à profa. Thereza Sampaio (Assessoria de Comunicação) da ESURP.

Qualquer dúvida entre em contato

Monalisa Nascimento (81) 8722-9745


" Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus paramostrar ao homem o que é fidelidade. "

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Você tem a rede social que merece.


Por André Trez*

Você já foi apresentado ao Twitter? Para o iniciante, o cartão de boas-vindas do Twitter o apresentaria como um site de relacionamento de estrutura simples, com possibilidade de micro postagens - limite de 140 caracteres - onde cabe enviar updates, flashes e links interessantes, ou simplesmente relatar o que se está fazendo no momento, enquanto você também lê e acompanha nos microposts dos seus contatos as suas atividades em "tempo real". Contatos, aliás, têm outro nome: são "seguidores" os que acompanham as suas postagens e você é "seguidor" dos autores das postagens que lê. Evidente que o uso mais banal no caso de alguém postar apenas um "fui ao shopping com a minha mãe" corre solto. Mas existe certo movimento especial, seletivo, que tem levado muita gente a manusear o mais novo brinquedinho virtual em nome de propósitos mais sérios.
A pesquisadora brasileira Raquel Recuero parece ter iluminado a impressão.
Usuários que responderam a diversas perguntas elaboradas por Raquel indicaram que a conversa informal ocorre com freqüência no Twitter, mas a ferramenta apresenta o que ela chamou de "forte caráter informacional". Raquel começa a concluir que a informação é super valorizada no Twitter porque atrai seguidores.
Se resolver mergulhar neste oceano você perceberá que já é realidade a propaganda de blogs, por exemplo, a cada nova postagem divulgada com o link devido. Também não é novidade a magnífica possibilidade de seguir e acompanhar os microposts de grandes corporações da mídia, como CNN, BBC, The New York Times, e etc.
A vantagem? Ordenar o caos que nos interessa. Em um só lugar você recebe as chamadas e links das matérias que acabaram de sair do forno em todos esses portais. Muito mais prático do que abrir infinitas janelas e fazer um tour por todos os sites que lhe interessam a cada cinco minutos.
Fato percebido até pelos marqueteiros da campanha de Obama. No twitter do atual presidente dos EUA foi possível acompanhar cada passo e clicar nos links para ler as declarações mais importantes da campanha. A observação mais extraordinária de Recuero é relacionada ao que a pesquisadora chamou de "Broadcast do Eu".
Raquel constatou que o Twitter abriga pessoas com mais "audiência" do que muitos canais da grande mídia; no interior dessa ferramenta massiva os usuários estão criando impressões sobre o mundo e controlando as suas reputações, ao direcionar o seu público para blogs, sites pessoais de armazenamento de fotos, ou simplesmente opinando sobre algum acontecimento.
É satisfatório perceber que uma ferramenta tão simples pode ter o bom e eficiente uso dependente apenas do que fazemos com ela. O Twitter, como qualquer rede social, será bom e frutífero quanto mais relevante e apropriada for a ação dos seus atores.
*André Trez, sócio-diretor da NA3 Comunicação Estratégica

terça-feira, 19 de maio de 2009

Reflexão: Proteja o Planeta Terra

Já em clima de comemoração do dia mundial do Meio Ambiente (05 de Junho), trago este vídeo que abre uma série de comentários, textos, outros vídeos, entre outros, com o objetivo de despertar a sociedade para a percepção de quanto mal estamos fazendo a nós mesmos e as futuras gerações, destruindo o nosso meio.

Cicatrizes jamais serão fechadas, se não mudarmos nossa postura o quanto antes.

"Pessoal, ainda há tempo. Vamos fazer algo pelo nossa casa, o Planeta Terra"

Sei que parece um discurso bobo, mas é certo que se cada um fizer um pedaçinho, iremos longe.

Façamos disso um só objetivo, um só discurso.

Pode não ser você, mas seus filhos e netos sofrerão amargamente por suas inconsequências.

Pense bem antes de jogar um papelzinho de bombom no meio da rua, e lembre-se disso que falo agora.

sábado, 9 de maio de 2009

Livro traça perfil ideal do assessor de imprensa

O assessor de imprensa ideal deve funcionar como uma extensão da redação, atendendo o jornalista sempre que este precisar. Para tanto, ele precisa conhecer o dia-a-dia dos veículos e saber, por exemplo, qual o melhor dia e horário para enviar uma sugestão de pauta. O assessor deve também passar as informações completas e corretas, pois o jornalista não tem muito tempo para checá-las. E por fim: não deve enviar jabás aos colegas de redação, não deve insistir na publicação de notícias e não deve recorrer à malandragem, ou seja, mentir para conseguir um espaço no jornal.
Essas são as principais conclusões do livro Assessor de Imprensa – Fonte qualificada para uma boa notícia de Rodrigo Capella.


Coordenado pela professora-doutora Marli dos Santos, o livro, que é resultado de uma tese homônima que o jornalista apresentou na PUC-SP em sua pós-graduação, traz um estudo, embasado em pesquisas e entrevistas com relações públicas, jornalistas, assessores de imprensa e estudiosos de comunicação, tais como Bernardo Kucinski, Inácio Araújo, Lauro Jardim, Luiz Zanin Oricchio, Manoel Carlos Chaparro, Nelson Blecher e Paulo Nassar, entre outros.
“Ainda continua atual a discussão que esta importante obra do Rodrigo Capella propõe: os limites no relacionamento entre assessores de imprensa e jornalistas. O autor aborda a fundo o tema: pesquisou a literatura disponível e foi a campo. Munido de gravador e muitas perguntas, ele travou contatos com experientes colegas de redação e de assessorias de imprensa, além de estudiosos sobre o assunto, para investigar até quando o trabalho de um pode ajudar no de outro, sem ultrapassar os limites éticos”, assinala Marli dos Santos,
“Neste livro, o autor revela, por exemplo, que algumas barreiras foram superadas, mas ainda há um bom caminho a percorrer, com a profissionalização e o respeito entre colegas. A contribuição de Assessor de imprensa: fonte qualificada para uma boa notícia é justamente mostrar que jornalistas de redação e de assessoria devem transpor a barreira do balcão e caminhar lado a lado em favor da notícia e do interesse da sociedade”, finaliza Marli.

Sobre o autor:
Rodrigo Capella é assessor de imprensa e escritor. Formado em jornalismo pela Umesp, Capella é pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP. Trabalha com Assessoria de Imprensa desde 2002 e tem experiência em ambiente corporativo (Ilumine Brasil e pharmexx Brasil), agência de publicidade (F/Meconi Comunicação) e entidade classista (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo). Atualmente, é assessor de imprensa da FirstCom Comunicação, onde atende, principalmente, clientes especializados em tecnologia. E-mail: contato@rodrigocapella.com.br

Custa: R$ 30,35.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Qual é o ROI (Return on Investiment) em atividades de cidadania?

Veja a importância da cidadania corporativa e quais são os três pontos-chave para melhorar o retorno nas atividades sociais.

Apesar da crise econômica mundial, o otimismo ainda está presente entre a comunidade de cidadania corporativa. Essa ideia ficou clara para Kasper Ulf Nielsen – Managing Partner do Reputation Institute em New York – após a sua participação na Corporate Citizenship Conference, no Boston College Center, em San Francisco. Esse evento ocorreu nos dias 29 a 31 de março de 2009 e reuniu 300 profissionais da área e acadêmicos – que compartilharam ideias, visões e preocupações sobre cidadania corporativa.

Empresas como Campbell’s Soup, Novo Nordisk e Best Buy apresentaram atividades e programas que estão sendo implementados para fazer a diferença na vida de seus empregados e nas comunidades onde atuam. Segundo Kasper Nielsen, os resultados são impressionantes. Mesmo assim, todos estavam quebrando a cabeça para obter a resposta para as difíceis perguntas: “Qual é o exato impacto dos programas de cidadania nos resultados que a empresa considera mais importantes? Qual é o retorno do investimento em Responsabilidade Social Corporativa?”

Kasper Nielsen observou que muitos programas de Cidadania são conduzidos por uma causa específica, mas falham na estratégia de conciliar suas ações com outras atividades como vendas, desenvolvimento de produtos, marca, marketing, relações públicas ou recursos humanos. Com base em seu conhecimento e no conteúdo apresentado e discutido na conferência, Kasper destaca três pontos-chave para entender e melhorar o retorno do investimento nas atividades de cidadania:

1 – A necessidade de integração:
É essencial para qualquer negócio resolver os problemas sociais e ambientais – e isso não deveria ser feito separadamente. Cidadania envolve desenvolvimento responsável de produtos, capacitação criteriosa de empregados, obediência às regras públicas e publicação de relatórios financeiros precisos. Com grande freqüência, há falta de integração organizacional sobre as atividades e problemas de Responsabilidade Social Corporativa: as empresas podem estar fazendo as coisas certas em divisões diferentes e nem se dão conta disso. Isso significa que programas sociais ocorrem em silos. E por isso, muitas empresas não estão atingindo os melhores resultados dos seus investimentos nesses processos.

2 – A necessidade de construir uma linguagem comum:
Para integrar as partes do negócio com sucesso, é necessário usar uma linguagem comum nas atividades. O fundamento dessa linguagem é a confiança, que foi o tema central na maioria das sessões da Conferência. A empresa quer que os consumidores e clientes tenham confiança em seus produtos, espera que investidores tenham confiança em seu planejamento financeiro, deseja que seus empregados tenham confiança em sua visão de longo prazo e precisa que seus parceiros tenham confiança em suas práticas de negócios.

3 – A necessidade de usar uma mensuração confiável:
Profissionais que atuam as áreas de Responsabilidade Social Corporativa têm oportunidade de integrar a importância da confiança ao negócio da empresa. Uma maneira de fazer isso é entender que atividades de cidadania constroem confiança – e melhoram a reputação – dos stakeholders. A reputação é compreendida como sendo um nível fundamental de confiança, admiração, simpatia e estima que os stakeholders têm em relação à empresa. Nesse sentido, as atividades de cidadania constituem-se em fatores relevantes da confiança e da reputação de uma empresa, se construídas em bases sólidas e em respeito às expectativas e necessidades desses stakeholders específicos. As empresas precisam reconhecer que reputação é formada por um grupo de dimensões: cidadania, produtos/serviços, inovação, ambiente de trabalho, governança, liderança e desempenho financeiro, adotando indicadores para avaliar cada uma delas. As empresas só conseguem ver como seus esforços combinados constroem reputação se tirarem a Responsabilidade Social Corporativa de um silo, se a tratarem como uma função que deve percorrer toda a cadeia estratégica da organização. Ao gerenciar reputação, as empresas aprendem a gerenciar a confiança de seus stakeholders e fazendo isso, impactam direta e positivamente o seu negócio.


Fonte: www.br.hsmglobal.com

Mesa Redonda: As vantagens e retornos de uma campanha na comunicação das organizações

Acontecerá no dia 12 de maio (terça-feira), a partir das 19h no auditório da Livraria Cultura.

Estarão presentes:
Alexandre Costa - Relações Públicas da Chesf
Luiza Simões – Gerente Escolar DETRAN/PE
Eliane Costa - Coordenadora do Curso de Relações Públicas - ESURP

O evento está sendo organizado pela professora Veronica Dantas e
será aberto ao público.
Contatos: contato@sednamarketingcultural.com.br

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